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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A educação do executivo

É grave o problema de aprendizado dos alunos de cursos de pós-graduação em gestão oferecidos no Brasil

..:: Por: Rafael Alcadipani | Você s/a

São Paulo - Participei, em novembro, do Encontro Nacional de Ensino e Pesquisa em Administração, reunião científica que reúne professores e pesquisadores de todo o Brasil. São especialistas na questão da educação na área de administração.

Estávamos em uma conversa quando surgiu o tema da educação executiva. Os professores que ensinam nesse tipo de curso relatam histórias preocupantes sobre os rumos da educação no país. Os meus colegas contam que alunos de cursos de gestão praticamente não leem nada e possuem muita difculdade para se expressar por escrito.

Atualmente, a grande maioria da educação executiva praticada no Brasil considera que a aprendizagem ocorre apenas em sala de aula. A classe é somente um dos componentes para aprendizagem. É fundamental que alunos leiam, estudem em casa e se preparem para os cursos.

A assimilação de conhecimento não se dá em algumas horas de convívio com outros alunos, mas na silenciosa atividade de pensamento, reflexão e leitura. Esquecemos que para aprender é preciso estar com a mente descansada. O problema começa quando os alunos da educação executiva estudam enquanto também trabalham.

Com isso, realizam seus cursos no período da noite ou nos fins de semana, em geral, depois do serviço. Após terminar o curso tarde da noite, precisam acordar cedo no próximo dia para encarar outro dia difícil de trabalho. Não por acaso, os principais e melhores MBAs no exterior são feitos em regime de tempo integral e os alunos não podem trabalhar enquanto durar o curso.

No Brasil, existe uma cultura de valorizar muito a prática e pouco o ensino. Percebemos um movimento parecido nos cursos de graduação. Parte significativa dos cursos de bacharelado no Brasil é noturna. A grande massa dos estudantes de graduação também trabalha e enfrenta sérias dificuldades para estudar o que seria necessário para ter uma formação minimamente adequada ao mercado de trabalho.

Não faltam estudos que mostram as deficiências de qualifcação e habilidades da mão de obra brasileira. Vivemos um paradoxo: por um lado precisamos de mais pessoas com qualificação nas empresas, por outro, a vasta maioria dos cursos de graduação e pós-graduação no país é de qualidade bastante baixa.

Essencialmente pelo fato de que os alunos não têm tempo para estudar. Precisamos de menos tempo em sala de aula e mais tempo para aprendizagem.

..:: Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

USP abre processo seletivo do novo Mestrado em Turismo


Estão abertas as inscrições no processo seletivo do novo Mestrado em Turismo da Universidade de São Paulo-USP, sediado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP).
As inscrições vão de 27 de janeiro a 28 de fevereiro de 2014 e serão feitas exclusivamente pelo correio.
O processo seletivo constará de três fases: 1) Exame de proficiência em uma língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês); 2) Prova de conhecimento teórico e construção argumentativa e; 3) Arguição oral do projeto de pesquisa e do Currículo cadastrado na Plataforma CNPq/Lattes dos candidatos aprovados nas fases anteriores.
Ao todo serão oferecidas 10 vagas. As aulas estão previstas para iniciarem na última semana de março.
Maiores informações e edital completo no site do Mestrado: http://prpg.usp.br/turismo

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nossas marcas: Cores e significados

Uma boa marca permite a uma empresa representar e se identificar no meio dos negócios e entre seus clientes, agindo como uma ferramenta para passar credibilidade e respeito no meio empresarial e do profissional liberal.

..:: [RH em Hospitalidade] ::..


Azul: O azul é uma cor fresca, tranqüilizante, que se associa com a parte mais intelectual da mente, assim como o amarelo. O azul ajuda a controlar a mente, a ter clareza de idéias e a ser criativo. Está ligada a temas como confiança, responsabilidade e segurança, além de tranquilidade.

Amarelo: O amarelo é universalmente associado a um elemento forte: o sol. Por isso é vinculado a sensações como calor, alegria, felicidade, otimismo e claridade. E também está ligado ao dinheiro e simboliza o luxo.

Laranja: Uma cor bastante viva e em certo aspecto até infantil – é a preferida de muitas crianças. Remete à exuberância, diversão e vitalidade.

..:: [Seminário de Hospitalidade do Litoral Paulista] ::..


Preto: Ao mesmo tempo em que é uma cor extremamente negativa, vinculada a temas como a morte, é também clássica e forte. Quando bem usada, carrega seriedade, poder, sofisticação, elegância e sedução.

Vermelho: Força, sensualidade, paixão, perigo, agressividade: sempre temas fortes. Estudos indicam, inclusive, que a visão da cor estimula reações cerebrais e corporais, como a aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração. O vermelho simboliza o poder, é a cor que se associa com a vitalidade e a ambição, é a cor da paixão. O vermelho contribui também para a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude otimista ante a vida.

..:: Fonte: Consultoria em Comunicação Virtual

Juventude e Trabalho - Escola Cidade Sustentável


..:: [Sobre o projeto] ::..

O projeto Juventude e Trabalho - Escola Cidade Sustentável é desenvolvido pela Agenda Pública com patrocínio do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania e apoio de prefeituras da Baixada Santista. 

Seu objetivo é combinar qualificação e atualização profissional à ampliação de redes de sociabilidade profissional para jovens de 18 a 29 anos, especialmente aqueles(as) que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Ao mesmo tempo, o projeto procura fomentar o diálogo entre o poder público e os atores sociais sobre políticas públicas de emprego e renda para a juventude e também sobre as demais questões que cercam a temática da juventude. 

De 2011 a 2012, o projeto foi desenvolvido em Santos e Cubatão. A partir de 2013, também acontece em Guarujá.

..:: [Mentoria e formação profissional] ::..

Para alcançar seu objetivo o projeto desenvolve um programa de mentoria, que é um tipo de tutoria em que uma pessoa mais velha e experiente orienta os mais jovens, em questões que vão desde o âmbito pessoal até o profissional. A mentoria busca inserir os jovens nas redes de que fazem parte os educadores e os parceiros do projeto, proporcionando um aumento das possibilidades e oportunidades. Todo o processo é desenvolvido com as prefeituras participantes de modo a fortalecer as políticas municipais voltadas para a inserção profissional de jovens. 

Os(as) 270 jovens participantes também têm aulas de Cultura Geral (que compreende Política e Sociedade e Inglês, entre outros); Mundo do Trabalho (abrangendo, entre outros temas, Vocação Profissional, Empreendedorismo e Redação) e Mundo Digital (que inclui Mídias sociais e Ferramentas Digitais). Esses cursos substituem os que figuraram no ciclo anterior (de 2011 a 2012), de Gestão Ambiental, Turismo Sustentável e Gestão de Negócios Sustentáveis. 

O programa de ensino prevê que os cursos dialoguem com três temas transversais: sustentabilidade, ética e cidadania. Além disso, as aulas foram pensadas para se ajustar às necessidades do mundo do trabalho, conforme levantamento realizado com empresas, o poder público municipal e com os(as) próprios(as) jovens ao longo da primeira edição do projeto Juventude e Trabalho. 

..:: [Cenário] ::..

Sabemos que a entrada dos(as) jovens brasileiros(as) no mundo do trabalho é, muitas vezes, marcada por dificuldades relativas à oferta e qualificação. Em geral, eles(as) deixam a escola por volta dos 18 anos, independentemente do grau de escolaridade alcançado, resultando em altas taxas de desemprego juvenil e precariedade das ocupações oferecidas às juventudes.

As políticas federais voltadas a essa parcela da população têm optado por preparar o(a) jovem para fazer a transição do mundo da escola para o do trabalho, facilitando sua contratação e oferecendo-lhe melhores oportunidades e, por prolongar sua escolarização, retardando sua entrada no mercado. Desse modo, procuram integrar o incentivo à conclusão do Ensino Médio a programas de aprendizagem profissional.



..:: Leia mais: Agenda Pública