Em nosso blog você encontrará muita informação, intensa rede de contatos e oportunidades de negócios, qualificação e trabalho na área de Turismo, Eventos e Meio Ambiente. Estamos baseados na Região da Costa da Mata Atlântica, também conhecida como Baixada Santista, litoral de São Paulo.
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terça-feira, 2 de maio de 2023
segunda-feira, 27 de março de 2023
Observatório do Turismo & Economia do Mar é lançado no litoral paulista
Baseado em ampla produção bibliográfica, projeto de iniciação científica tem início no Instituto Federal de São Paulo, de Cubatão.
Temas como “Turismo”, “Gestão Pública” e “Economia do Mar” são os temas centrais de um projeto de pesquisa em execução no Câmpus Cubatão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo.
A iniciativa, que é vinculada ao Curso Superior de Bacharelado em Turismo, tem a coordenação do professor Aristides Faria. Desde 2016, outros projetos foram realizados na instituição e contribuíram para a fundamentação do “Observatório do Turismo & Economia do Mar”.
O Observatório é fruto, também, de articulação entre o Grupo de Pesquisa (CNPq) "Observatório de Turismo do Litoral Paulista" (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/389731), sediado nesta unidade institucional, e os grupos "Pesquisa nas Indústrias de Cruzeiros Marítimos e Fluviais" (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/733774), do IFSP Câmpus Jacareí, e "Centro de Pesquisa e Inovação em Consumo, Mercados e Negócios" (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7724034115760155), da PUC-Rio.
Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos (SIGESTur)
O SIGESTur é o pilar fundamental do “Observatório do Turismo & Economia do Mar”, então, desde 2016, publicações acadêmicas, projetos de iniciação científica e extensão universitária foram executados no sentido de validar diferentes esferas do projeto vigente.
Livros
Os livros “Competitividade no setor de Viagens e Turismo: estudo de casos múltiplos no litoral paulista” (Ed. Scortecci, (2017) e “Gestão Pública Municipal: múltiplos olhares” (Ed. Scortecci, 2020) contribuíram para a validação do “Observatório do Turismo & Economia do Mar”. O primeiro é de autoria do professor Aristides Faria e o segundo teve sua organização e coautoria.
Serviço
Blog: www.sigestur.com
Instagram: @observatoriodoturismo
Painel de dados: www.observatoriodoturismo.com
Documentário "Colchão de Pedra", de Carlos Ratton
segunda-feira, 20 de março de 2023
Livro “Turismo & Hotelaria no contexto da Arquitetura e Urbanismo”
Chega ao público o primeiro volume, em formato eletrônico (e-book), o livro “Turismo & Hotelaria no contexto da Arquitetura e Urbanismo” (ISBN 978-65-5621-313-2), disponibilizado no sistema open access através da Editora do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O livro, que é uma publicação do Grupo de Cultura e Estudos em Turismo (GCET), trata-se de publicação do Departamento de Turismo da UFPB em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo e Design (PPGAU+D) da Universidade Federal do Ceará (UFC), instituições renomadas de ensino e pesquisa.
Nesta obra, que faz parte da tradicional Série Turismo e Hotelaria (T&H), foram abordadas temáticas como “Teorias e conceitos sobre o Turismo, a Hotelaria e a Produção do Ambiente Construído”, “História e Memória do Turismo, Hotelaria, Arquitetura e Urbanismo” e “Turismo, Hotelaria, Arquitetura e Urbanismo e Produção Imobiliária”, por exemplo.
Baixe gratuitamente: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/hotelaria/turismo-hotelaria-no-contexto-da-arquitetura-e-urbanismo/ebook-th-arquitetura-urbanismo.pdf
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Contribuições ao desenvolvimento sustentável do turismo no litoral paulista
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| Imagem de rawpixel.com no Freepik |
Por: Aristides Faria, professor do Instituto Federal de São Paulo (Câmpus Cubatão).
Caros leitores,
Hoje (21), sigo assistindo às notícias sobre as chuvas torrenciais que acometeram o litoral do estado de São Paulo, no Brasil, nos últimos dias. Trata-se de fenômeno natural e de dimensão extraordinária, mas que poderia ser mitigado caso houvesse ocupação ordenada e sustentável dos municípios de Guarujá, Bertioga, São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba, que foram os principais afetados nesta ocasião.
Naturalmente, é bastante fácil tecer comentários à distância. Entre os dias 17 e 21, por ocasião do feriado prolongado, estive no bairro de Barra do Una – uma das localidades afetadas pelas intensas chuvas. Gostaria de compartilhar, então, algumas contribuições aos profissionais que trabalharão na reconstrução do setor de viagens e turismo no Litoral Norte de São Paulo.
Trabalho como professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão), onde, desde 2016, tenho coordenado diversos projetos de pesquisa. Assim como minha dissertação de mestrado e tese de doutorado, tais projetos têm abordado a atividade turística no contexto dos municípios da região litorânea paulista.
Apresento a seguir uma síntese das principais contribuições destes projetos de iniciação científica, que poderão ser úteis aos colegas neste momento de turbulência.
Projetos de iniciação científica
2021: Implementação do Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos (SIGESTur) na região turística da 'Costa da Mata Atlântica' (São Paulo, Brasil)
Destaco o emprego de drone para registro e monitoramento da infraestrutura turística local nos municípios analisados, a criação de painel de dados voltado ao monitoramento do desempenho do mercado turístico regional (www.observatoriodoturismo.com) e o aprimoramento do aplicativo SIGESTur (http://app.vc/sigestur/). A região turística da 'Costa da Mata Atlântica' é composta por nove municípios localizados no litoral do estado de São Paulo, região Sudeste brasileira. Trata-se de destinação consolidada, tradicional e, ainda, com notório potencial para modernização gerencial. Verifica-se, entretanto, que no presente não há organização gestora do destino ou qualquer ente responsável por sua promoção institucional. Neste sentido, a inexistência de uma instância de governança regional significa lacuna entre as prefeituras municipais. Isso faz com que o empresariado, as entidades do terceiro setor e mesmo o poder público municipal atuem isoladamente e, por vezes, competindo entre si.
2017: Competitividade: análise do mercado de turismo no Litoral Paulista
O objetivo geral deste projeto de pesquisa foi verificar se a formação de alianças estratégicas entre o poder público, iniciativa privada e o terceiro setor incrementa a competitividade do setor de viagens e turismo em nível local nos municípios analisados. A área de abrangência determinada originalmente foi o litoral do estado de São Paulo, que é composto por dezesseis municípios, dispostos em três regiões administrativas: Região Metropolitana da Baixada Santista (nove cidades), Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (quatro cidades) e Região Administrativa de Registro (três cidades). A proximidade com São Paulo, o fenômeno das residências secundárias e a carência da ação governamental caracterizam a prática do turismo na região.
2017: Observatoriodoturismo.com: monitoramento e avaliação de políticas públicas de fomento ao turismo no litoral paulista
A implementação deste projeto de pesquisa possibilitou identificar e mapear o arranjo institucional do setor de viagens e turismo no litoral paulista; inventariar as políticas públicas de turismo na região analisada; e analisar impactos da ação governamental para o fomento do turismo no litoral de São Paulo.
2016: Competitividade no setor de Viagens e Turismo: estudo de casos múltiplos no Litoral Paulista
Este projeto foi marcado pela concepção do “Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos” (SIGESTur), modelo de gestão da informação em destinos turísticos. A partir do projeto foi desenvolvido protótipo do aplicativo “SIGESTur”, disponível em http://app.vc/sigestur/. Além disso, foi feito amplo processo de coleta de dados primários e secundários e sondagem junto aos dirigentes municipais de turismo. Durante o período de implementação do projeto foi feito clipping de notícias sobre o setor de viagens e turismo no litoral paulista. Para tanto, foram consultados semanalmente jornais impressos e seus websites institucionais a fim de se caracterizar o mercado regional.
Grupo de Pesquisa (CNPq)
Mais recentemente, nossa equipe estruturou o Grupo de Pesquisa (CNPq) "Observatório de Turismo do Litoral Paulista", com duas linhas de pesquisa em destaque: "Turismo e desenvolvimento regional: conhecimento e tendências" e "Análise Interdisciplinar do setor turístico regional".
Espelho do grupo: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1110351746611771
Turismo no contexto da pandemia
Em 2020, publiquei texto no blog do SIGESTur sobre a decretação do “megaferiado”, cujo objetivo era diminuir a circulação de pessoas na capital paulista por ocasião da pandemia. O resultado poderia ser – e foi – o aumento expressivo de turistas nos municípios do litoral de São Paulo. Além disso, foram verificados diversos conflitos entre moradores e turistas e mesmo desrespeito aos esforços do poder público local que buscou inibir e proibir a circulação e a aglomeração de pessoas em locais como praias, rios e outros espaços públicos, além do comércio. Note-se que à ocasião encontrava-se vigente o “Plano São Paulo”, “estratégia para retomar com segurança a economia do estado durante a pandemia do coronavírus” < https://www.saopaulo.sp.gov.br/planosp/ >.
O artigo está disponível no link a seguir: http://www.sigestur.com/2020/06/megaferiado-no-estado-de-sao-paulo-e-na.html?m=1
Parecem situações distantes, mas não são. As fortes chuvas causaram danos materiais, geraram transtornos, deixaram cidadãos desabrigados e desalojados e provocaram mortes também. Ficam flagrantes a descontinuidade de políticas públicas que visam a conservação ambiental, a segurança e saúde públicas, a inoperância do poder público em níveis municipal e estadual e mesmo federal, além da ausência de uma agenda pública voltada à defesa civil e a ocupação sustentável, ordenada e planejada do território.
S.O.S. Litoral Paulista!
Santos (SP), 21 de fevereiro de 2023.
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
Observatório do Turismo & Economia do Mar
O “Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos” (SIGESTur) foi originalmente publicado por Santos (2015), em estudo desenvolvido no âmbito do curso de Mestrado, do Programa de Pós-graduação em Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo (SP).
A pesquisa se desdobrou em tese de doutoramento no mesmo programa (SANTOS, 2020). Mais informações sobre o SIGESTur podem ser acessadas a partir do link a seguir: www.sigestur.com
Vale mencionar que o Sistema foi considerado uma das dez ideias mais inovadoras no âmbito do turismo durante o Camp de Inovação do Turismo, concurso promovido pelo portal Panrotas com o apoio técnico do Sebrae, em novembro de 2016.
Paralelamente, foi criado um painel de monitoramento mercadológico (observatório), cujo propósito é coletar, tratar, analisar, visualizar e divulgar dados sobre o desempenho do setor de viagens e turismo nos municípios que compõem a Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) – Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente. O observatório pode ser acessado por meio do link www.observatoriodoturismo.com
Neste contexto, verificou-se a necessidade de unificar estes dois grandes projetos. Assim, surgiu a oportunidade de se institucionalizar o “Observatório do Turismo & Economia do Mar”, a partir de novembro de 2022. Saiba mais informações a seguir:
O que é: “Observatório do Turismo & Economia do Mar”
Por quê: O projeto mostra-se relevante, pois é capaz de subsidiar o trabalho de organizações do terceiro setor, entidades empresariais e organismos do poder público.
Quando: O “Observatório do Turismo & Economia do Mar” tem, em parte, origem no projeto de iniciação científica “Competitividade no setor de viagens e turismo: estudo de casos múltiplos no litoral paulista”, desenvolvido entre março e novembro de 2016 por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (PIBIFSP), no IFSP Câmpus Cubatão (Edital PIBIFSP/CBT n° 003/2016).
Quem: A ação é uma iniciativa do professor Aristides Faria Lopes dos Santos, autor e organizador dos livros “Competitividade no setor de viagens e turismo: estudo de casos múltiplos no litoral paulista” (Ed. Scortecci, 2017) e “Gestão Pública Municipal no Brasil: múltiplos olhares” (Ed. Scortecci, 2020), respectivamente. Doutor (2016-2020) e Mestre (2013-2015) em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7033714585626704
Onde: O projeto foi concebido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão), localizado no litoral paulista, na Região Metropolitana da Baixada Santista.
Como: O “Observatório do Turismo & Economia do Mar” é derivado de projetos de pesquisa implementados por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (PIBIFSP).
Referências
SANTOS, A. F. L. Competitividade no setor de viagens e turismo: estudo de casos múltiplos no litoral paulista. Dissertação (Mestrado em Hospitalidade)– Universidade Anhembi Morumbi. São Paulo, 2015.
SANTOS, A. F. L. Relações de hospitalidade e hostilidade dos stakeholders do poder público no setor de viagens e turismo. Tese (Doutorado em Hospitalidade)– Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, 2020.
Mais informações
Website institucional: www.sigestur.com
Observatório (dashboard experimental): www.observatoriodoturismo.com
Instagram: http://www.instagram.com/observatoriodoturismo
Facebook: https://www.facebook.com/observatoriodoturismo
Aplicativo para dispositivos móveis: https://pwa.app.vc/sigestur
Prof. Dr. Aristides Faria Lopes do Santos (Lattes): http://lattes.cnpq.br/7033714585626704
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Solidariedade ao povo amapaense
Gostaria de manifestar minha solidariedade, respeito e compaixão aos cidadãos amapaenses diante do flagelo enfrentado pela supressão do fornecimento de energia elétrica, que atinge hoje (13) seu décimo primeiro dia consecutivo.
Este evento se desdobra no aprofundamento de outros problemas sociais - já marcantes no município, no Amapá e mesmo na região Norte do país.
O Turismo pode ser vetor para o desenvolvimento econômico e social, assim como meio para a valorização cultural do país. É imprescindível, entretanto, que o poder público proponha e execute, em comunhão com a iniciativa privada e o terceiro setor, uma agenda cuja prioridade seja o cidadão.
Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
Live: Rede Brasileira dos Observatórios de Turismo (RBOT) | 13.11.2020
Ver essa foto no InstagramUma publicação compartilhada por Observatório do Turismo (@observatoriodoturismo) em
terça-feira, 10 de novembro de 2020
Live: Rede Brasileira dos Observatórios de Turismo (RBOT) | 13.11.2020
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Gestão Pública Municipal no Brasil: múltiplos olhares
Coletânea sobre a administração de municípios chega ao mercado editorial brasileiro, reunindo autores e temas de grande relevância para o país.
Estudar, experimentar e escrever sobre gestão pública municipal fizeram parte de toda a trajetória do organizador desta obra. Desde seus primeiros passos na academia, o professor Aristides Faria Lopes dos Santos demonstrou interesse sobre a temática.
Muito desta paixão, entretanto, vem de viver as cidades por onde passou. Experimentar o espaço urbano é parte essencial deste livro, ou seja, caminhar, observar, sentir a(s) cidade(s) ajudaram a construir os “múltiplos olhares” proposto aqui.
O organizador da obra partiu da premissa de que a ação governamental pode dinamizar a dinâmica mercadológica de um dado território municipal e regional. Isso significa que gestores públicos devem buscar exercer a liderança e o protagonismo em suas localidades no sentido de mobilizar a sociedade em busca de prosperidade, justiça social e convívio harmonioso entre as mais variadas “tribos”.
Gestão compartilhada, Vigilância Socioassistencial, Educação, Saúde Pública, Gestão Ambiental, Cultura e Turismo são os grandes temas abordados pelas pesquisas componentes desta obra, dando título a cada uma de suas partes.
“Gestão Pública Municipal no Brasil: múltiplos olhares” foi organizado em partes indissociáveis que contemplam os seguintes temas Gestão compartilhada, Vigilância Socioassistencial, Educação, Saúde Pública, Gestão Ambiental, Cultura e Turismo.
Os artigos que integram cada uma destas seções complementam-se e incitam à percepção holística da administração pública em nível municipal, a partir de “múltiplos olhares”.
Sobre o organizador
Aristides Faria Lopes dos Santos, organizador da obra, é graduado em Turismo (Unisul, 2000-2002), Especialista em Gestão de Recursos Humanos (UFSC, 2003), possui MBA em Gestão de Projetos (Unisantos, 2011) e é Mestre em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi (2013-2015), onde hoje é doutorando em Hospitalidade.
Atualmente é professor em regime de dedicação exclusiva do curso superior de Turismo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (Câmpus Cubatão).
Dedica-se ao desenvolvimento do Sistema Integrado de Gestão de Destinos Turísticos (SIGESTur) (www.sigestur.com) e implementação do Observatório do Turismo (www.observatoriodoturismo.com), ações voltadas ao gerenciamento de municípios e regiões turísticas.
Vendas via Amazon: https://amzn.to/3eQPnLU
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
Jornalista é o maior apresentador da história do espetáculo
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| #MarceloFurtado |
Num universo de grandes nomes Marcelo Furtado apresenta a encenação da Vila de São Vicente pela décima vez e tornando-se o maior apresentador da história da Cidade em número de participações.
Em um universo que conta com diversos artistas renomados como, por exemplo, os diretores Roberto Marchese, Amaury Alves, Taná Correa que acumulavam está tarefa até meados de 1996, Marcelo Furtado dividiu este posto com grandes nomes do cenário regional como, por exemplo, o jornalista Douglas Gonçalves e o apresentador Rogério Jardim.
Marcelo esteve à frente do posto de mestre de cerimônias do espetáculo em diversas gestões e ressalta a confiança dos prefeitos e secretários de cultura com os quais trabalhou. A primeira oportunidade veio na gestão do prefeito Tércio Garcia.
De lá pra cá Marcelo carimbou sua participação levando entusiasmo e animação para a plateia nos anos de 2009 a 2013 e 2016 a 2020!
Ao ser perguntado de onde vem à inspiração para passar a emoção ao microfone ele explica:
Dou uma volta nos grande elenco onde ficam os atores da comunidade, é impossível sair de lá desanimado, a garra desses atores é o combustível para a emoção, a criatividade do povo vicentino é inenarrável por mais emoção que passe não tem nada que se compare ao orgulho que esses atores da comunidade nos passam, é impossível sair de lá sem ficar com a alma renovada do orgulho de estarmos na primeira Cidade onde o Brasil começou.
Marcelo ainda explica que a função de mestre de cerimônias vem desde a Grécia antiga onde as grandes batalhas eram apresentadas por este tipo de profissional. Ao longo do tempo no Oriente médio e nos tempos atuais a função se destaca como um porta voz dos governos.
“Fazemos o esquenta e o final do espetáculo”...
Apresentar o CAPITÃO MOR de toda a nossa historia Martim Afonso pela décima vez é uma honra!
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
“Internet pro bem” se torna livro voltado para a conscientização das pessoas acerca do uso responsável das redes sociais
Jornalista Marcelo Furtado de São Vicente aposta na conexão responsável para fazer um mundo melhor.
“A pandemia de uma maneira muito dolorida nos obrigou a aprender que a internet quando usada para o bem pode potencializar as diversas formas de ajudar ao próximo, desde coisas mais básicas que antes não dávamos valor e ficávamos discutindo e brigando nas redes. Podemos unir mundos, emprestar mais, consumir menos, ter mais economia, mais agilidade na resolução de problemas no nosso cotidiano e nas instituições de forma integrada. Tenho a impressão que algumas pessoas estavam ou ainda estão se perdendo no ambiente virtual, usando a rede para disseminar situações negativas, de discórdias, de fraudes, trapaças, propagando situações que, em alguns casos, prejudicam de verdade na vida real. Então o livro vem com a proposta de, efetivamente, fomentar essa conscientização”, ressalta o autor.
quinta-feira, 7 de maio de 2020
Revista recebe artigos sobre turismo e governança territorial em tempos de pandemia
A equipe editorial da Revista Ateliê do Turismo (ISSN 2594-8407) convida toda a comunidade acadêmica a submeter artigos, ensaios, relatos, entrevistas e resenhas inéditos para uma edição especial, intitulada “Lições e perspectivas sobre turismo e governança territorial em tempos de pandemia”, a ser publicada em outubro de 2020.
São esperados textos com resultados de pesquisas aplicadas acerca dos diversos segmentos da atividade turística, assim como estudos bibliométricos e ensaios teóricos sobre turismo, hospitalidade e temas relacionados.
Este projeto editorial foi pensado no contexto da pandemia, motivado pela disseminação, em escala global, do Coronavírus (CID10) e a consequente moléstia denominada COVID-19.
Os editores incentivam, entretanto, que os autores submetam estudos sobre crises de saúde pública passadas, a atual e mesmo futuras.
Sugere-se a interface entre temas centrais desta edição especial – turismo e governança territorial – e assuntos como sustentabilidade, gestão de crises, responsabilidade social corporativa, empreendedorismo, macroeconomia, gestão e políticas públicas, saúde pública e competitividade, por exemplo.
A Revista Ateliê do Turismo possui periodicidade semestral e conta, usualmente, com a contribuição de autores nacionais e internacionais, contemplando como missão proporcionar um espaço de diálogo, difusão e reflexão científica, proporcionando o fomento, acessibilidade e disseminação dos estudos acadêmicos e científicos relacionados ao Turismo e Hospitalidade.
Para esta edição, atuará como convidado, para coordenação e supervisão, o Prof. Dr. Aristides Faria Lopes dos Santos, do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).
O periódico tem abrangência nacional e internacional, e os trabalhos escritos podem ser enviados em português, espanhol e inglês. O prazo para submissões é até o dia 15 de setembro de 2020.
Mais informações podem ser consultadas no site da revista, nos menus institucional (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about), submissões (https://periodicos.ufms.br), equipe editorial (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about/editorialTeam) e contatos (https://periodicos.ufms.br/index.php/adturismo/about/contact).
Fonte: https://cpaq.ufms.br/revista-recebe-artigos-sobre-turismo-e-governanca-territorial-em-tempos-de-pandemia/
domingo, 12 de abril de 2020
Gestão de destinos turísticos: um guia de bolso
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Panorama do mercado brasileiro de viagens e turismo pré-pandemia
domingo, 5 de abril de 2020
The Next Super Bug | DAVOS 2020 (22.01.2020)
domingo, 29 de março de 2020
Atividade turística pode ser vetor para a reestruturação social e econômica pós-pandemia
Em 11 de março a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a presente crise como pandemia, o que motivou intensos esforços para a desmobilização da cadeia produtiva do turismo. Isto é, importantes ações de contenção da mobilidade das pessoas foram tomadas de maneira a reduzir os riscos de contaminação comunitária importada e massiva nos mais diferentes países.
O deslocamento das pessoas, seja por trabalho ou lazer, por exemplo, é condição elementar do setor de viagens e turismo. Do mesmo modo, serviços de hospedagem, gastronomia e entretenimento, dependem em boa parte dos fluxos turísticos. Neste sentido, torna-se evidente que o primeiro – e um dos principais – setores da economia global a sentirem os efeitos colaterais da presente pandemia foi o turístico.
Feita esta contextualização, acredito que os leitores já perceberam que será longa a jornada para se reestruturar o setor turístico quando esta crise passar. Está claro, então, que os negócios do setor, assim como da frágil economia brasileira como um todo, demandarão intensos esforços para ingressar em nova fase de crescimento dentro dos ciclos (macro e micro) econômicos.
Algumas perguntas essenciais para os gestores de destinos e serviços turísticos:
- Quais segmentos turísticos são prioritários em sua localidade?
- Quais setores da economia são predominantes em sua região?
- Quais serviços turísticos são predominantes em seu destino?
- Quanto tempo durará o período de quarentena (rígido, moderado, vertical, horizontal... seja como for)?
- Em qual prazo sairemos do período recessivo no qual estamos prestes a mergulhar involuntária e inevitavelmente?
- O empresariado local e regional compartilha de confiança mútua, sendo capaz de estabelecer parcerias sólidas com vistas ao reestabelecimento econômico sustentável?
Particularmente, não espero respostas a todos estes questionamentos. Aliás, estou seguro de que há muitas outras perguntas a serem feitas. Penso, sim, que o estabelecimento de visão compartilhada e o empreendimento de esforços despidos de cores partidárias são condicionantes para o bom sucesso de quaisquer estratégias que venham a ser implementadas no sentido de reestruturar o setor de viagens e turismo no mundo, no Brasil, no litoral paulista e aqui em Cubatão.
Me parece sensato antever que uma vez que, tão logo seja possível encerra o período de quarentena, as pessoas buscarão o lazer e o entretenimento (especialmente ao ar livre), assim como opções de turismo de baixo custo (em geral). É tempo de planejar a oferta de produtos inovadores capazes de proporcionar experiências memoráveis!
A pretensa derrocada da economia regional e mesmo nacional não pode ser o rótulo do medo, mas motivação para a criatividade, o empreendedorismo e o estabelecimento de alianças estratégicas entre negócios de micro, pequeno, médio e grande portes, baseadas na confiança, cooperação e no altruísmo – característicos das relações de hospitalidade.
Preciso mencionar que é tempo de repensar – muito – sobre quais são, na prática, os papéis do poder público e dos agentes políticos. A politização de uma questão de saúde pública em nada ajuda a mobilização da sociedade para a ação eficiente e efetiva.
A consecução de resultados eficazes se dará, em minha visão, tão somente por meio da ação planejada e liderada por docentes, pesquisadores, servidores públicos, empresários e/ou cidadãos conscientes de sua corresponsabilidade local, regional e planetária.
Neste sentido, destinos e prestadores de serviços turísticos têm a chance de repensar seu posicionamento e suas prioridades, assim como potencialidades e fraquezas para que a atividade turística se consolide como vetor para a reestruturação social e econômica pós-pandemia.
Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria







